sexta-feira, 11 de março de 2011

Make me up

   Já que nunca mostrei nada de maquiagem por aqui, vou partilhar minhas últimas compras.


   Como diria Jack, o estripador: vamos por partes. Temos aí um lápis de olho, uma base, delineador, hidratante/protetor labial e um pincél faz-tudo. O lápis é o milagre da minha vida: uma forma de iluminar os olhos - e o rosto - sem ter que partir para o iluminador, que eu particularmente não gosto. A base é ótima, cobre todas as imperfeições e deixa um aspecto mais natural possível. O delineador é o clássico da M.A.C (amo muito) e o hidratante/protetor é ótimo: apesar de seu aspecto pastoso, ele não tem nada daquele desconforto que o gloss proporciona, sabe? E o pincél é extremamente útil: não é específico para a base, dando pra aplicar hidratante facial, protetor, pó e tudo mais (só ignorem as cerdas que antigamente eram brancas estarem sujinhas, esqueci de fotografar antes de usar!). Puro amor por essas aquisições, viu?

   POWERSURGE EYE KOHL
   PRO LONGWEAR SPF 10 FOUNDATION NW20
   BLACK TRACK FLUIDLINE EYE-LINER GEL
   PETTING PINK TINTED LIP CONDITIONER SPF 15
   188 SMALL DUO FIBRE FACE BRUSH

Back to black


   Batom preto é assim: 8 ou 80. Ou você ama, ou você odeia. E eu me encaixo nesse seleto grupo dos amantes de sua excentrecidade. Apesar dele ser relacionado ao lado mais rocker da coisa, não acho que ele deva ser considerado como anti-feminino ou algo do tipo. E também não creio que seja preciso desinterrá-lo do armário somente para que ele seja usado nos Halloweens e festas a fantasia da vida. 



   Em alguns desfiles dessas temporadas de semanas de moda, tanto aqui quanto lá fora, o batom foi unanimidade: na Neon (SPFW) e na Felder Felder, Maria Grachvogel, e Ashley Isham (London RTW) ele foi usado da forma mais feminina possível. E, para mostrar toda a feminilidade que o batom esconte, o fotógrafo Jamie Nelson transmite isso da melhor forma possível:


   De certa forma, o preconceito existe por ele sempre ter sido relacionado ao gótico e às coisas não usuais. Como as cores mais femininas sempre foram o rosa, o vermelho e coisa e tal, o preto é como se fosse uma rebelião à essa imposição. E acho que isso é o que eu mais gosto nele, o fato de ir contra a regularidade das coisas.


   E o melhor de tudo: por ser uma cor marcante e forte, é ideal para aqueles dias em que não se tem muito tempo ou vontade de fazer uma make elaborada. É só passar o batom, dar uma uniformizada na pele e tá lindo. E não dá pra mentir, ele não é pra qualquer uma. Tem que segurar o look, né? Até porque seria estranho ver, seilá, a Taylor Swift com ele, não concorda? Hahah.
   Aqui no Brasil algumas marcas mais populares estão disponibilizando o batom, e O Boticário acabou de lançar uma linha nova, a Eudora, que possui o batom como um dos itens - mas nada que me faça deixar de desejar o Hysteria, da Chanel (claro!).

    O negócio é: o batom transmite sim uma energia mais rebelde, mas isso não significa que você tem que ser gótica para usá-lo. Quer usá-lo de uma forma natual? Brinque com o batom. Use-o de uma forma divertida. Deixar de se levar a sério torna tudo mais leve.
   E só pra fechar, uma música que, querendo ou não, engloba muito bem o universo desse - ainda - tabu (ironicamente por uma banda de mesmo nome):

quinta-feira, 10 de março de 2011

Girl, Interrupted

   Férias é isso: ler, assistir filmes e seriados e dormir como nunca havia acontecido antes. E me bateu uma puta vontade de rever Garota Interrompida, um dos meus filmes preferidos e que marcou a melhor fase que já tive. Baseado no romance da Susanna Kaysen, onde ela relata como foi a sua estadia de 18 meses num centro psiquiátrico, é o tipo de filme que é impossível assistir sem se identificar com alguma frase ou passagem. E o elenco só reafirma a qualidade do drama: Winona Ryder, Angelina Jolie, Whoopi Goldberg e Jared Leto são alguns (ótimos) exemplos. 

 
    
   Na verdade, o foco principal não está nem na loucura que o centro psiquiátrico já condiciona, mas sim nas dúvidas que acabamos tendo, estando em tratamento ou não. Um dos meus filmes preferidos desde que os créditos começaram a subir, na primeira vez que o vi.

domingo, 6 de março de 2011

Pele à mostra

   E o veredito é: o animal print continua marcando presença nos guarda-roupas e vitrines, para esse inverno e futuros. Tem uma peça em especial que eu acho, assim, fantástica. Dá vida para qualquer look monocromático - principalmente na preguiça invernística que sempre coloca o preto em primeiro plano, não é? E o trench coat de animal print tá aqui exatamente pra isso: revitalizar o frio que nos consome. E, sendo um coringa numa peça única e chamativa, tem que tomar cuidado com as combinações. Mas isso vai de acordo com o estilo pessoal de cada um. Ninguém melhor que nós mesmas para saber qual é o nosso suporte para conseguir aguentar uma peça dessa estrutura.
  



imagens: stockholmstreetstyle e vogue.com